Teoria dos 100%
Hoje darei reinício as minhas escritas e constatações a cerca da humanidade e seu comportamento.
Não que eu seja um psicólogo ou conhecedor das ciências que estudam o comportamento humano, mas sou apenas um bom observador. Com os anos e o número de pessoas que venho conhecendo, gostaria de falar um pouquinho o que penso sobre esse bichinho complicadinho.
A teoria dos 100%
Essa teoria me surgiu a partir de uma conversa com um conhecido. Estava discursando sobre as pessoas quando me veio na cabeça o quanto somos, ou podemos ser 100%.
Acho que estou desacreditado que uma pessoa possa ser 100%. Ninguém é 100%. Eu percebo todas as mudanças que já ocorreram na minha vida, pensa em quatro fases diferentes: a das minhas primeiras lembranças, quando começo a questionar as coisas (7 anos), da passagem pré-adolescência (11-13anos), do começo da fase adulta (17-18 anos, no meu caso) e do momento em que me encontro agora (qual mesmo a minha idade?? Ah, lembrei, 27 anos).
Todas essas fases passei por afirmações e períodos muito distintos. A cada momento acreditava num ideal diferente. Já até acreditei num dia em que tudo seria perfeito, tranqüilo, sem muitas transformações.
Mas na medida em que nos tornamos conhecedores da vida, vamos percebendo as mudanças que interagem e nos tornam seqüenciadores de um comportamento comum.
Quando Elis, em uma de suas canções diz que “somos como os nossos pais”, eu discordava. Mas isso era na minha adolescência, quando eu achava que tudo iria mudar, eu iria mudar e ser diferentes a tudo e a todos.
Hoje vejo que nem tudo é 100%, as pessoas não são 100%, ou pelo menos não conheci alguém que o fosse.
Vivemos em estados de mudanças freqüentes, estamos abertos para isso. Interagimos num mar de informações e não nos damos conta do quanto somos mutáveis, líquidos, híbridos.
E sendo seres mutantes, não podemos nos culpar, ou culpar a alguém. Por vezes necessitamos de algo que ninguém pode nos dar e nos frustramos por isso.
Mas o que fazer? Seres mutantes... o que és ... o que somos ... 100%? Acho que não..
Não que eu seja um psicólogo ou conhecedor das ciências que estudam o comportamento humano, mas sou apenas um bom observador. Com os anos e o número de pessoas que venho conhecendo, gostaria de falar um pouquinho o que penso sobre esse bichinho complicadinho.
A teoria dos 100%
Essa teoria me surgiu a partir de uma conversa com um conhecido. Estava discursando sobre as pessoas quando me veio na cabeça o quanto somos, ou podemos ser 100%.
Acho que estou desacreditado que uma pessoa possa ser 100%. Ninguém é 100%. Eu percebo todas as mudanças que já ocorreram na minha vida, pensa em quatro fases diferentes: a das minhas primeiras lembranças, quando começo a questionar as coisas (7 anos), da passagem pré-adolescência (11-13anos), do começo da fase adulta (17-18 anos, no meu caso) e do momento em que me encontro agora (qual mesmo a minha idade?? Ah, lembrei, 27 anos).
Todas essas fases passei por afirmações e períodos muito distintos. A cada momento acreditava num ideal diferente. Já até acreditei num dia em que tudo seria perfeito, tranqüilo, sem muitas transformações.
Mas na medida em que nos tornamos conhecedores da vida, vamos percebendo as mudanças que interagem e nos tornam seqüenciadores de um comportamento comum.
Quando Elis, em uma de suas canções diz que “somos como os nossos pais”, eu discordava. Mas isso era na minha adolescência, quando eu achava que tudo iria mudar, eu iria mudar e ser diferentes a tudo e a todos.
Hoje vejo que nem tudo é 100%, as pessoas não são 100%, ou pelo menos não conheci alguém que o fosse.
Vivemos em estados de mudanças freqüentes, estamos abertos para isso. Interagimos num mar de informações e não nos damos conta do quanto somos mutáveis, líquidos, híbridos.
E sendo seres mutantes, não podemos nos culpar, ou culpar a alguém. Por vezes necessitamos de algo que ninguém pode nos dar e nos frustramos por isso.
Mas o que fazer? Seres mutantes... o que és ... o que somos ... 100%? Acho que não..
