29.6.05

êxito

22.6.05

Fotos tiradas no trânsito por um motorista irresponsável


F08


F09


F21

21.6.05

Nolite fieri sicut equus et mulus quibus non est intellectus

Não sejais como o cavalo e a mula, que carecem de entedimento.

A massa escoiceia e não entende. Procuremos fazer o inverso.
Extraiamos da arte jovem o seu princípio essencial e, então, veremos em que profundo sentido é impopular.

Gasset, José Ortega y. A desumanização da arte.
referindo-se ao salmo 31

19.6.05

Hegemonia da Informação

Jornalista Francisco Karam fala sobre a mídia em Palestra na Faculdade Estácio de Sá

Franciso Karam, jornalista, mestre em ciências da comunicação, doutor em comunicação e semiótica e professor da UFSC discorre sobre a hegemonia da informação nos meios de comunicação.

Segundo Karam, a hegemonia da informação faz muito mal ao jornalismo. Esta sociedade e conglomerados estão colocando hoje em xeque um futuro que deveria ser muito mais digno, plural e público no sentido social da profissão jornalística.

Empresas da mídia estão cada vez mais se associando a outras instituições que normalmente não eram vinculadas à mídia, como os setores alimentícios, agropecuários, financeiros entre outros. Hoje as matérias que deveriam ser de interesse público e social, vem carregadas de publicidade e marketing, isso compromete e contamina os ideais da categoria, ressaltou o professor.

Karam diz que esse fator, juntamente com o processo de privatização dos estados, acaba por fim, ocupando a mídia em atender uma lógica muito mais particular do que pública ou universal. E isso fez com que houvesse no próprio corpo editorial dos noticiários e das pautas pouca opção, provocando assim o "pensamento único".

Pensamento único, afirma Karam, é uma tendência de reforçar determinadas idéias, não oferecendo espaço a informações por vezes muito importantes, que sejam próprias da controvérsia pública que deveria ser permitida no jornalismo.

Hoje existe um volume e uma possibilidade muito grande de informações, havendo um nicho possível de ser trabalhado. Estes novos meios deveriam ser apoiados pelo estado, criando alternativas possíveis do público enxergar por meio da mídia. Assim a sociedade teria uma maior liberdade de escolha em relação aos temas, pautas e linguagens, possibilitando novas opções de ver o mundo por meio do jornalismo.

Karam também é defensor da idéia de Eugênio Bucci, presidente da Radiobrás, que defende uma rede pública nacional de comunicação, além de maior pluralidade de fontes e liberdade de expressão nas matérias. "Para que houvesse uma caixa de ressonância, mais controvérsia social, para sacudir as pessoas acostumadas com o conservadorismo e a hegemonia da informação".

6.6.05

Sociedade Desigual

Somos ricos, bonitos. O povo brasileiro tem por excelência toda essa amplam mistura de raças, cores e culturas (no sentido antropológico) das mais variadas...
Somos alegres, vivos, vibrantes....
País do futebol, da mulata, da Bahia, do Corcovado....
Mas somos também um país que vive às margens da desigualdade social, da pobreza, dos indigentes.
Somos egoístas. Não dividimos as nossas riquezas com os irmão carentes...
O que buscamos afinal?
Evoluir?
Perpetuamo-nos para quê?
O que esperamos da nova geração? O sofrimento, a desgraça, a fome, as guerras e a escravidão?
Livres, escravos, livres-escravizados, escravizados-livres, livres-alienados.....
Seja lá qual for a fórmula NUNCA livres.
Questões duvidosas... será que realmente evoluímos?
Afinal, porque não sabemos o que somos e o que queremos??
Babaca, é o que somos.
Estúpida humanidade.....